Embora com um fraseado adocicado, próprio de quem tem medo das acusações da praxe, o ministro Luís Amado enviou um aviso claro ao próximo governo da entidade sionista. Não sei se a iniciativa lhe pertence, presumo antes que ele assuma o papel de termómetro por decisão tomada a um nível mais alto na UE, mas em todo o caso valerá a pena observar a reacção de Bibi e do seu indigitado ministro dos negócios externos.
Noto com algum pesar que no fraseado não se menciona o desmantelamento dos colonatos, preferindo-se o fim do seu alargamento. Também não se ameaça com o fim do regime de favorecimento de Israel, sugerindo-se em vez disso que o regime não será aprofundado.
O aviso peca por tardio. O sionismo parece demasiado decidido a optar por um beco sem saída, a última das capitulações não deverá ter melhor destino que as precedentes.
Finalmente...
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