O topo da hierarquia religiosa afegã começa também a mexer-se, propondo a abertura de negociações entre o governo e os Taliban, com mediação saudita.
Assim de repente, tenho dificuldade em lembrar-me de algum interveniente que ainda não tenha manifestado a sua fé numa saída política. Bom, com tantas vontades expressas e apesar de algumas reticências de Omar, julgo que este poderá será um ano de progresso efectivo.
Abençoada crise... Não sobra muito dinheiro para bombas.
Le sacré du printemps
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