Aloz, nós quelemos aloz

O arroz toma a dianteira, num sprint imbatível.
Nos mercados internacionais, o preço deu um salto de quase 30% num dia, o que significa que este produto vale agora o dobro do que valia em Janeiro.

Cambodja, Vietnam, Índia e Egipto, face à procura crescente, responderam com a limitação das exportações. Tendo em conta que a área agrícola desviada para produção de biocombustíveis já assume proporções significativas que afectam outros cereais, como acontece nos EUA, a previsão de uma crise alimentar nos países mais pobres parece estar a concretizar-ser bem mais cedo do que se poderia imaginar.

Aumento contínuo da procura, redução da oferta, stocks no quantitativo mais baixo dos últimos 30 anos... Alguém vai ficar sem nada na mesa, não tarda nada.

Sem comentários: