Quando a derrocada teve início, nos EUA, achei piada.
Quando passou para a Europa, fui lentamente engolindo o riso, à medida que o assunto se foi firmando como um patético circo niilista. Não me interprete mal o leitor... O meu desprezo pelas religiões permanece universal e profundo. Mas reconheço que muitos terão genuína dificuldade em viver sem elas, de tão esfomeados que estão de um propósito franchisado.
E perante esta revoada de acusações saídas de todos os lados e de todos os tempos, pouco adianta agora tentar perceber se Ratazaninger é cúmplice ou justiceiro, a populaça já lhe roubou o processo das mãos e quer sangue. E, coisa que talvez não seja estranha, no meio dessa populaça agitam-se muitos crentes desiludidos.
Não sei quantos serão os seguidores desta corrente religiosa na Europa, mas admito que sejam muito numerosos ( a maior parte sê-lo-à por inércia, mas mesmo assim... ).
E quando penso no dano que isto pode causar, não ao clero mas às vidas até aqui bem ancoradas de toda essa gente, fico deprimido.
E quando penso no dano que isto pode causar, não ao clero mas às vidas até aqui bem ancoradas de toda essa gente, fico deprimido.
No fim do circo, quantos olharão as portas da sua igreja como portas de acolhimento ?

Sem comentários:
Enviar um comentário